Caros irmãos e amigos da CCB,

A Paz de Deus a todos.

 

Vim de uma família católica.

Meus pais se converteram a Jesus na Congregação Cristã no Brasil, por volta do ano de 1953, em Presidente Bernardes, Estado de São Paulo.

Fui batizado na CCB ao completar 12 anos de idade, isso lá pelo ano de 1957.

Congreguei-me até aproximadamente até meus 33 anos de idade.

Daí, parei de congregar por uns 30 anos, mas não desviei do Caminho do Senhor.

Minha trajetória de vida sempre foi pautada dentro dos ensinamentos bíblicos.

Por volta do ano de 2004, um irmão meu e uma filha minha converteram-se a Jesus na Igreja Presbiteriana do Brasil.

E, começaram a falar para eu voltar participar da igreja.

Voltei a frequentar igrejas.

Passei por diversas delas das mais variadas denominações.

Mas, não me enquadrei em nenhuma delas.

Principalmente, pela cobrança do dízimo.

Pois, eu sabia que a Congregação Cristã no Brasil nunca precisou de cobrar o dízimo para se manter, realizar obras e construir templos.

Inclusive nunca assalariou ancião e cooperador e demais obreiros.

Na CCB e demais Congregações Cristãs (CCMJ, CCN), tudo é feito por amor à obra de Deus e à irmandade.

Continuo tendo muito apreço pela CCB e demais Congregações Cristãs.

Pois, foi por intermédio da Congregação que vim a conhecer a Palavra de Deus (Bíblia).

Acho correto a forma pela qual a CCB e demais Congregações Cristãs arrecadam os recursos financeiros.

E, também não assalariar dirigentes e demais obreiros.

Inclusive quanto a isso vejo que funciona muito bem.

Então, por que não voltei para a CCB?

Principalmente pelos usos e costumes:

- homem não pode usar bermudas;

- mulher não pode cortar cabelo;

- não pode usar esmalte colorido;

- não pode usar calças compridas, nem bermudas.

 

Pela palavra de Deus, entendo que tanto o homem bem como a mulher devem vestir-se de forma que não despertem a sexualidade e a lascívia. O mais é exigência desnecessária.

A roupa comprida não leva ninguém aos céus; mas, a falta de bons costumes, a imoralidade e o uso de roupas escandalosas certamente levam a pessoa ao inferno. Ver “usos e costumes” neste site.

 

Outros pontos a considerar:

1. Uso do véu – o Apóstolo Paulo orientou as mulheres honradas a usarem véu para se diferenciarem das prostitutas, somente na cidade de Corinto. Para nós o véu é um ornamento. A irmã que quiser usar véu, usa. Mas, não é obrigação. Ver explicação em “uso do véu” em usos e costumes neste site.

 

2. Pecado para a morte – só é pecado para a morte a blasfêmia contra o Espírito Santo. Ver pecado para a morte em “crença” neste site.

 

3. A letra mata – ver a letra mata em “crença” neste site.

A letra que mata é a letra escrita nas tábuas da Lei. Mas, na Dispensação da Graça o Espírito vivifica, ou seja, quanto mais estudarmos a Bíblica mais adquirimos conhecimentos das ordenanças de Deus que aplicados com sabedoria em nossa vida temos cada vez mais vida e vida em abundância.

Deus deixou Sua Palavra escrita para que seja estudada.

 

4. Ceia do Senhor (Santa Ceia) – o vinho é servido em copos individuais e descartáveis; o pão tanto pode ser distribuído em vasilhas individuais bem como em bandeja.

 

5. Batismo – por imersão na água. Não se batiza quem já foi batizado nessa forma em outra igreja.

 

6. Culto – a liturgia, com duração de até uma hora e trinta minutos, se assemelha ao da Congregação. Porém, o oficiante tem liberdade de alterar, conforme sentir a vontade do Espírito Santo no momento da Adoração a Deus.

Os cânticos, de preferência são do Hinário, podendo serem inseridas canções cristãs avulsas, desde que não estimulem a dança.

Quanto aos instrumentos musicais além dos usados pela CCB podem ser tocados também violão e teclado.

Indistintamente homens e mulheres podem tocar esses instrumentos.

Para a Pregação da Palavra são reservados de 30 a 40 minutos que podem ser usados ou não na sua totalidade pelo pregador.

Quanto à Oração, quem puder, ora ajoelhado.

Aqueles que até por problema de saúde não puderem se ajoelhar ficam à vontade para permanecerem sentados ou de pé.

O que vale é o relacionamento de cada um com Deus. O importante é estar com a mente ligada ao Trono do Altíssimo.

 

Conclusão:

Irmão, não pare de congregar só porque alguém lhe disse que você pecou para a morte e agora não tem mais jeito; e não adianta congregar porque você vai para o inferno.

Quem conhece seu coração é somente Deus que é onisciente.

Se você acha que pecou para a morte, ainda tem chance de voltar-se a Jesus. É porque você ainda crê na Palavra de Deus (Bíblia). Na dúvida, continua existindo uma fagulha do Espírito Santo no seu coração.

Volte a reunir-se com o povo de Deus independentemente de placa de igreja.

Placa não salva. Quem salva é Jesus Cristo.

 

 

Levindo Miranda

Bacharel em Administração de Empresas

Bacharel em Teologia Cristã

Pós-graduado em Marketing

Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil (Aposentado)